:: How 2.0 ::
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Por que cargas d’água (ou de outro líquido…) o FF nômade me manda esse link, direto lá das Oropa? Bateu uma sede…
The Device can serve up to four kinds of beer at once while fermenting a fifth. |
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Por que cargas d’água (ou de outro líquido…) o FF nômade me manda esse link, direto lá das Oropa? Bateu uma sede…
The Device can serve up to four kinds of beer at once while fermenting a fifth. |
Roubado do Adauto, que por sua vez roubou do Remixtures:
Os suecos do Pirate Bay já nos habituaram às suas inúmeras acções hilariantes, mas esta é demais: a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), entidade que representa os interesses das quatro grandes editoras discográficas por todo o globo, esqueceu-se de renovar o registo do nome de domínio IFPI.com, como o comprovam os arquivos disponíveis no WayBack Machine. Em resultado desse desleixo, deixou-o perder para um blogger anónimo que por sua vez o decidiu doar a brokep, o administrador do tracker de BitTorrent, tal como o comprovam os dados do WHOIS do site.
Agora, quem digitar ifpi.com na barra de endereços do seu navegador da Web irá dar de cara com o site de uma IFPI completamente diferente, a Federação Internacional dos Interesses Piratas, que de acordo com o Brokep referiu ao TorrentFreak consiste numa nova federação internacional criada de modo a promover a pirataria na Internet no sentido de responder aos constantes ataques lançados pela verdadeira IFPI contra o Pirate Bay.
Até Outubro do ano passado o site era uma réplica do endereço oficial principal da organização representante da indústria discográfica, IFPI.org. Em Março, o endereço passou a alojar um blog sobre a indústria musical mas a iniciativa não parece ter durado muito tempo.
Seja como for, a avaliar pelo recado “Coming Soon” deixado pelos piratas suecos, estes devem estar a preparar algo em grande para aquele site. A IFPI que se prepare… Este é apenas o mais recente dos episódios do conflito que opõe esta organização ao Pirate Bay. Ainda recentemente, a IFPI tentou – sem sucesso – obter ficheiros confidenciais sobre a investigação das autoridades policiais suecas rekatuva ao site de P2P.
É mesmo o fim da picada! Onde é que esse mundo vai parar, meu Deus?
[Clique pra ampliar]
Já vou baixar e colocar na minha fila de leituras: A pluralização no webjornalismo participativo: uma análise das intervenções no Wikinews e no Kuro5hin, a versão oficial da dissertação do camarada Träsel.
Pra completar, mais informações úteis, do próprio Träsel:
*o Scribd, o serviço em que está hospedado o arquivo, é bem interessante. Promete ser um tipo de YouTube dos documentos. Você pode subir textos, imagens e áudio, definir palavras-chave, a forma como quer compartilhá-los e inclusive o tipo de direitos que prefere manter sobre a obra. Bem útil, sobretudo para PDFs imensos e pesados.
Conheci o Jean no começo da carreira dele, e trabalhamos juntos uns bons anos. É dele essa caricatura minha aí na coluna da esquerda. Além do traço limpo — que, aliás, já fez escola –, as sacadas do Jean são impagáveis, e sempre mais do que atuais. Pra completar, o cara é super-inteligente, e de uma simpatia ímpar. Desde que ele começou na Folha, perdi o contato, mas nunca deixei de acompanhar o trabalho desse carinha. Taí um exemplo, da Folha de ontem.


Obs.: minha *iniciação* foi com a outra Mônica, a amiga da Magali, filhas do Maurício…
Recebi essa por e-mail. Só consegui apurar que esse prêmio aí realmente existe. Se o *causo* é verídico, pouco importa — importa, sim, que é perfeitamente factível. Vindo dessa classe dos *adevogados*, nada me impressiona… Né, dotô?
Advogados X Advogados
História real e que ganhou o primeiro lugar no Criminal Lawyers Award Contest
Um advogado de Charlotte, NC, comprou uma caixa de charutos muito raros e muito caros. Tão raros e caros que os colocou no seguro, contra fogo, entre outras coisas.
Depois de um mês, tendo fumado todos eles e ainda sem ter terminado de pagar o seguro, o advogado entrou com um registro de sinistro contra a companhia de seguros.
Nesse registro, o advogado alegou que os charutos haviam sido perdidos em uma série de pequenos incêndios”.
A companhia de seguros recusou-se a pagar, citando o motivo óbvio: que o homem havia consumido seus charutos da maneira usual.
O advogado processou a companhia…
E ganhou!!!Ao proferir a sentença, o juiz concordou com a companhia de seguros que a ação era frívola.
Apesar disso, o juiz alegou que o advogado “tinha posse de uma apólice da companhia na qual ela garantia que os charutos eram seguráveis e, também, que eles estavam segurados contra fogo, sem definir o que seria fogo aceitável ou inaceitável” e que, portanto, ela estava obrigada a pagar o seguro.
Em vez de entrar no longo e custoso processo de apelação, a companhia aceitou a sentença e pagou US$ 15.000 ao advogado, pela perda de seus charutos raros nos incêndios.Mas…
Depois que o advogado embolsou o cheque, a companhia de seguros o denunciou, e fez com que ele fosse preso, por 24 incêndios criminosos!
Usando seu próprio registro de sinistro e seu testemunho do caso anterior contra ele, o advogado foi condenado por incendiar intencionalmente propriedade segurada e foi sentenciado a 24 meses de prisão, além de uma multa de US$ 24.000.Moral da história:
A outra parte também pode ter um advogado: melhor e mais esperto!
HdHd viajandão. Pra variar…
Por que será que estamos tão anos 60? A Internet é Hippie. Careca ao vento. As idéias fluem ao ritmo da dietilamida do ácido lisérgico. É psicodélico.
[…] Voltamos 40 anos. Negroponte explica isso muito bem. […] Dá pra imaginar um mundo melhor. Não dá?
[Segue no Comunix]
Momento egotrip.
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[Via FF]
Leonardo Boff:
“Hoje nos encontramos numa fase nova na humanidade. Todos estamos regressando à Casa Comum, à Terra: os povos, as sociedades, as culturas e as religiões. Todos trocamos experiências e valores. Todos nos enriquecemos e nos completamos mutuamente. (…)
(…) Vamos rir, chorar e aprender. Aprender especialmente como casar Céu e Terra, vale dizer, como combinar o cotidiano com o surpreendente, a imanência opaca dos dias com a transcendência radiosa do espírito, a vida na plena liberdade com a morte simbolizada como um unir-se com os ancestrais, a felicidade discreta nesse mundo com a grande promessa na eternidade. E, ao final, teremos descoberto mil razões para viver mais e melhor, todos juntos, como uma grande família, na mesma Aldeia Comum, generosa e bela, o planeta Terra.”
[Casamento entre o céu e a terra. Salamandra, Rio de Janeiro, 2001.pg09]
[Mais no Cronópios]
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