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:: FF Day ::

Atenção: não é aniversário do EfeEfe ou coisa do tipo (mas qualquer semelhança não é mera coincidência…).

Estabeleça um Recorde Mundial no Guinness
Ganhe uma Web melhor

Parece um bom negócio, não acha? Tudo o que você precisa fazer é baixar o Firefox 3 durante o Download Day — é fácil assim. Não estamos pedindo que você engula uma espada ou equilibre 30 colheres no rosto ao mesmo tempo — apesar de que isso seria incrível.

A propósito, a data oficial para o lançamento do Firefox 3 será postada aqui em breve, então dê uma passadinha por aqui depois para verificar! Junte-se à nossa comunidade e a este esforço comprometendo-se a baixar o Firefox.

:: Concurso CNN de Jornalismo ::

Serviço de utilidade pública: prorrogadas até 23 de junho as inscrições pro Concurso Universitário de Jornalismo da CNN International, do qual já havíamos falado aqui. O concurso acontece todo ano e está na quarta edição. Ele é aberto para alunos do Brasil inteiro que estejam cursando Jornalismo, e o desafio é elaborar uma matéria jornalística televisiva com o tema “A socialização por meio da arte”. O autor do melhor trabalho vai ganhar uma viagem para Atlanta para conhecer os estúdios do canal, e ainda vai ter sua matéria exibida em rede internacional pela CNN.

:: Aprendizado Livre ::

Simplesmente irresistível; não dá pra não copiar essa história contada pelo SAmadeu. Segue copy&paste na íntegra:

Adultos aprendem a escrever no computador e criam verbete na Wikipedia

Alfabetização com computadores e com software livre

A professora Bianca Santana, jornalista pela Cásper Líbero, ativista de redes sociais, acumulou muita experiência no uso das redes digitais em processos de aprendizagem. Como voluntária do projeto de alfabetização de adultos chamado Ilha de Vera Cruz, convenceu a instituição a adquirir 9 laptops EEE PC para alavancar o aprendizado dos seus alunos.

Ela percebeu que muitos adultos tinham medo do papel, demonstravam uma certa vergonha de errar e de apagar várias vezes o seu texto. Com o computador, os estudantes passaram a escrever mais e melhor. Também aprenderam a pesquisar na Internet e a portar seus conteúdos na rede.

O sucesso da experiência foi tão grande que os seus alunos até já criaram um post na wikipedia. Discutiram, pesquisaram e colaboraram com a maior enciclopédia do mundo. Estão mais confiantes e orgulhosos, pois podem ver seu trabalho ajudando outras pessoas.

Veja o blog do projeto aqui.

Veja aqui o post na wikipedia.

Conhecimento Livre

O EEE PC veio com Gnu/Linux, Firefox e OpenOffice instalados, ou seja, com software livre. Logo em seguida, os técnicos de TI da escola quiseram instalar windows nas máquinas. A professora Bianca mostrou a incoerência de usar software de código-fonte fechado em uma escola. Esclareceu que eles deveriam incentivar o uso de software aberto, uma vez que é baseado no compartilhamento do conhecimento tecnológico. Além disso, os jovens técnicos testaram as máquinas e perceberam que o software livre “dava conta” de todas as exigências do processo de ensino e aprendizado. Então, por que utilizar software proprietário? No início da conversa, um dos técnicos ainda falou: “posso ligar para um programa escola aberta da micro$oft e pedir licenças gratuitas”. A professora Bianca mostrou que não existe escola aberta com conhecimento fechado. Parabéns ao Ilha de Vera Cruz. Parabéns para a professora Bianca.

:: Saci pra Copa ::

Campanha simpática e bacana. Eu apóio! Segue mensagem do saciólogo Mouzar:

Numa reunião ontem na Biblioteca Monteiro Lobato, nos lembramos de uma coisa: vem aí a Copa do Mundo (2014 tá longe, mas é bom começar logo) e com certeza os marketeiros e lobbistas vão querer inventar uma mascote besta que nem o tal de Cauê (aquele sol esquisito) dos Jogos Panamericanos.

Que tal começarmos já uma campanha para que a mascote seja o Saci?

Veja as vantagens:
Primeiro, não seria preciso pagar direitos autorais a ninguém. No máximo, o que poderia ser feito é um concurso para cartunistas etc., para escolher o melhor desenho.

E por que o Saci?
– Ele é a síntese da formação do povo brasileiro:
É o mito brasileiro mais popular, o único conhecido no Brasil inteiro (Boitatá, Curupira e mesmo a Iara requerem explicações quando a gente fala deles, em alguns lugares. O Saci não).
É o típico brasileiro: mesmo pelado e deficiente físico, é brincalhão e gozador.
E tem mais:
– No início era um indiozinho protetor da floresta. Tinha duas pernas.
– Depois foi adotado pelos negros e virou negro. A perda de uma perna tem várias histórias. Uma delas é que ele foi escravizado, ficou preso pela erna, com grilhões, e cortou a perna presa. Preferiu ser um perneta livre do que escravo com duas pernas. É um libertário, então.
– Dos brancos, ganhou o gorrinho vermelho, presente em vários mitos europeus. O gorrinho vermelho era também usado pelos republicanos, durante a Revolução Francesa. Na Roma antiga, os escravos que se libertavam ganhavam um gorrinho vermelho chamado píleo.
Só não tem orientais nessa história porque eles chegaram mais tarde, já no século XX. Mas dizem que já foi visto um Saci de olhinhos puxados, no bairro da Liberdade, o Sashimi. Você pode entrar no sítio da Sosaci que tem um monte de histórias de gente que viu o Saci, inclusive esse Sashimi (é a quarta ou quinta história).

Então, olha aí uma proposta, pedido, convocação ou sei lá o quê: entre nessa também. Se você topar, vai ser uma baita força. Ajude a divulgar esta idéia e, se tiver condições, escreva, fale com quem tem espaço na mídia para que declarem sua adesão nos jornais, revistas, rádio, TV, blogues etc.

Já pensou o Saci em camisetas no mundo inteiro? Ele provocaria muito interesse dos outros povos para a cultura popular brasileira. Coisa que esses símbolos bestas (como o dos Jogos Panamericanos) não fazem.

Um abração,
Mouzar

:: Foto do Dia ::

Foto: Ruy Baron, do ValorEconômico, que o mestre SLeo comenta: [a foto] *tira das sombras outra razão para acreditar nas costas quentes da ministra*. Ééé…

:: Pode Tirar o Cavalo da Chuva na Casa da Mãe Joana ::

Off topic total do Pilgerówski lá no Radinho deu pano pra manga (de onde vem essa expressão?)… Exatamente isso: ele queria saber se alguém poderia explicar a origem da expressão *sair à francesa*. Entre um e outro *chute*, a Jess veio com essa:

Sair de fininho de uma festa ou cerimônia, sem se despedir. Pode ter tido origem no hábito francês de sair sem avisar porque a intenção era retornar logo — nesse caso, não haveria motivo para despedida. Ou na saída franca, no sentido aduaneiro, de mercadorias que não precisam ser conferidas, são isentas de taxas, sem verificação de papéis ou cálculo de impostos a pagar. Os franceses, zelosos das regras da etiqueta e incomodados com a expressão, alimentaram velha pendenga. Cutucaram seus vizinhos ingleses falando em sair à inglesa, mas não pegou. Até hoje, de ninguém que deixe um salão de fininho diz-se que saiu à inglesa… O escritor português Nicolau Tolentino de Almeida, poeta satírico dos usos e costumes de Lisboa, registrou a falta de educação nestes versos: “Sairemos de improviso/despedidos à francesa”. A indelicadeza vem de longe, como se vê, e de gente que se diz muito civilizada…

Papo vai, papo vem, não satisfeito o Pilger lembrou do RPM lá dos 80’s e quis saber mais: por quê *olhar 43*? Essa ficou sem resposta, mas lembraram as dicas do Guia dos Curiosos, do Marcelo Duarte, e do Vida Íntima das Palavra, do Deonísio da Silva; eu tasquei o Dicionário brasileiro de provérbios, locuções e ditos curiosos, de R. Magalhães
Júnior.

Por fim, o Raphael deu a dica do Casa da Mãe Joana, de Reinaldo Pimenta, que já foi pra minha lista de *também quero*. Segue a apresentação do livro:

* Por que uma pessoa é cheia de nove horas?
* De onde veio o puxa-saco?
* Por que os dias da semana têm a palavra feira?
* Qual é a origem dos nomes dos naipes?
* Onde Judas perdeu as botas?
* Por que o doce brigadeiro ficou com esse nome?
* Quando é que se volta à vaca fria?
* Por que mandar alguém plantar batatas?
* Como surgiu a palavra bingo?
* Que quer dizer OMO?
* Por que julho e agosto ficaram juntos com 31 dias?
* De que cor é o burro quando foge?
A história das palavras é a história do homem. Elas nascem e atravessam idiomas, mudando quase sempre na forma — para se adaptarem à fala de um povo — e muitas vezes no conteúdo — revelando o olhar e o pensar dos novos usuários. A casa da mãe Joana é uma coleção de origens curiosas de palavras, frases e marcas. O livro tem como objetivo divertir informando. Por isso, o critério da seleção foi a etimologia-surpresa. Não há nada de surpreendente na origem das palavras cavalo (do latim caballu) e chuva (do latim pluvia). Mas, se alguém disser “Pode tirar o cavalo da chuva!”, eis um caso de etimologia-surpresa.

A apresentação em ordem alfabética pode induzir o leitor à idéia de estar diante de uma obra de referência cuja utilidade se restringiria a esporádicas consultas. Mas sua função primordial é ser lido e entreter. No entanto, é importante ressaltar que nenhuma das etimologias apresentadas foi inventada, com um intuito exclusivo e simplório de fazer graça. Todas, sem exceção, resultaram de estudos com base em artigos e obras de autores especializados no assunto. A bibliografia ao final é a fonte desse trabalho e uma satisfação obrigatória ao leitor.

:: RMD ::

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[Dica da F4bs lá no Plurk — vamos ver até quando eu aguento esse negocinho…]