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:: Quebradeira ::

Que o Tutty Vasques me desculpe, mas essa eu tenho que copiar:

Bancos em cima do muro
A diferença fundamental entre o capitalismo e o comunismo é o que se quebra no final.
No Leste Europeu, bastou um muro.
Na América, tem banco que não acaba mais.

Segundo clichê: vale a pena lembrar o Bertold Brecht:

*O que é roubar um banco em comparação a fundar um banco?*

:: Ranzinzice ::

Sei lá, acho mesmo que tô ficando véio e chato. Primeiro, que acho horrível, pra não dizer pedante, quem traz na assinatura do e-mail a autotitulação de *Professor*, *Mestre*, *PhD*, *MBA* e sei-lá-mais-o-quê. (Os mestres bacanas não precisam disso…) Aí, numa lista de jornalistas surge uma mensagem com uma assinatura desse tipo (não conheço o cidadão) e o subjetc aula para os alunos de jornalismo sobre jornalismo investigativo e reportagem assistida por computador. Aí, no corpo da mensagem, um exemplo de objetividade:

Vou apresentar uma aula para os alunos de jornalismo sobre jornalismo investigativo e reportagem assistida por computador e solicito a indicação de:
*sites ou blogs sobre jornalismo investigativo e reportagem assistida por computador;* livros e referências sobre jornalismo investigativo e reportagem assistida por computador.
O resultado será publicado no ambiente de aprendizagem XYZ

Sinceramente? Coitados dos alunos…

:: Quem se Atreve? ::

Diz a Lelê, compartilhando lá pela MetaRec:

uma lição de pensamento não é uma colagem de instantâneos, mas um filme, cujo enredo reintroduz personagens e ambientes, sob focos diversos e em diferentes etapas da evolução, que só se detém com a morte do pensador para aquela sobrevida conosco, permitindo repensar o todo, remontar a película, criar seqüências, substituir angulações — em suma tratar o legado, não como capital haver diluído nos upcs da caderneta de poupança, dogmática, porém reinvestido, para que dinamize outras empresas e gere um desenvolvimento real, no intuito de melhor partilha. esta metáfora “capitalista” não deve ser tomada literalmente, e sim como referência a um patrimônio democrático, popular e socializado, cujos frutos se destinam à prosperidade e bem-estar de todos; e não me refiro a operações de open market, e sim a elementos gestionários e intelectuais, da contracultura, com base libertadora e projeção doutrinária, segundo a práxis mais avançada e contínua

autorialidades-fotos de: lele, latuff, carlos vilela, marialu, brazileiro,hudson, ruiz
usoaimagem personalidades em barcamp, fsm, sub3, metareciclagem
música: los hermanos

:: Spam! ::

Recebi este simpático spam aí. Não tenho a mínima idéia de que língua seja, mas aposto um meio copo de cerveja que deve ser alguém solidário e preocupado com minha vida sexual.

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:: Cadê a Receita do Bolo? ::

Sou obrigado a copiar&colar na íntegra o post do camarada Leo Germani. Faço minhas as palavras dele na observação final.

Pra que copiar pro caderno se ela já escreveu na lousa?

Lembro bem, quando eu ainda era moleque, de pensar em como seria uma escola digital. Não do ponto de vista tecnológico, imaginando equipamentos por todos os lados, mas do ponto de vista de comportamento.

Me lembro de pensar que não faria o menor sentido copiar da lousa já que, se alguém escreveu em algum lugar, isso já poderia estar disponível para mim instantaneamente.

Ontem o Uirá passou um link de uma matéria que me fez lembrar isso. Uma escola na Austrália que está usando as tecnologias digitais em sala de aula de maneira realmente inovadora.

Eles estão permitindo que os alunos façam consultas durante a prova. Não só a internet, mas inclusive via telefone.

Gostaria de assinar embaixo da justificativa da professora Dierdre Coleman:

“No mercado de trabalho, eles não vão precisar uma quantidade enorme de informação na cabeça. O que eles precisam saber é acessar a informação de todas as suas fontes de maneira rápida e verificar a confiabilidade da informação.”

Eu só substituiria a expressão “mercado de trabalho” por alguma outra coisa. Afinal, esse comportamento serve pra qualquer coisa na vida hoje em dia. Desde fazer um bolo de cenoura até investir em ações.

Link para a matéria: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u436353.shtml

:: Valtinho ::

Figurinha impagável é o Valtinho. Sempre metido nos perrengues mais improváveis, ele nunca — nunca! — deixa de lado o bom humor (já brinquei mais de uma vez de rifá-lo por um dia entre os demais departamentos: diversão garantida ou seu dinheiro de volta).

Protagonista de causos antológicos, numa mescla de ingenuidade e malandragem ele consegue até dar nó na segurança presidencial — já conseguiu pegar carona com a comitiva após uma coletiva. Pode-se deduzir que, quando cola na mesa do boteco, é garantia de boas risadas — e isso porque ele não bebe…

Pois ontem, durante o merecido happy-hour, eis que ele chega todo pimpão, exibindo mais uma etapa do aparelho dentário, agora com detalhes azuis. E eis que, como sempre, ele vem com umas tiradas sabe-se lá de onde (leia-se imaginando sua indefectível vozinha de taquara rachada):

— Pô, gente, mó legal aquele comercial que o cara usa o desinfetante Ajax e a mulherada cai tudo em cima…

(Segundos de silêncio, todos tentando entender.) Como assim? Até que alguém arrisca decifrar — não seria desodorante? E, em vez de Ajax,Axe?

— É, é isso aí mêsss, mas é tudo a mesma coisa, né? — concorda o Neguinho-gente-boa.

Comentário geral: é bom tomar cuidado, Valtinho — se já tá confundindo desinfetante com desodorante, a coisa tá feia…

[Como o Valtinho rende, deixo a segunda parte desse post a cargo do copoanheiro Adauto, que conta mais um pouquinho. Só pra completar, segue flagrante dos dois lambe-lambes gêmeos, Valtinho & Wendell, separados no nascimento.]

Segundo clichê: como era de se esperar, surgem mais causos do Valtinho aí nos comentários =^)

:: É a Internet, Estúpido! ::

Tem coisas que não consigo entender. O camarada Träsel conta que

*No dia 12 de agosto, o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, José Nunes, deu uma palestra na Unisinos sobre a questão do diploma. Segundo relatos, ele teria sugerido que a manutenção de blogs deveria ser exclusiva de jornalistas.*

Lógico que o Träsel foi cutucar, e mandou uma mensagem pro sindicato. O distinto sr. José Nunes teve a pachorra de responder que

*Um blog jornalístico evidentemente precisa ser assinado por um jornalista, pois passa a ter um caráter de veículo, tal como um noticiário de rádio ou mídia impressa.*

Ãh-hã, conte outra, por favor. Vale a pena conferir o post completo do Träsel, mas deixo aqui só a conclusão dele que, apesar de óbvia, parece que ainda não entrou na cachola de alguns:

*A Internet foi arquitetada para evitar o controle centralizado, então qualquer legislação no sentido de cercear os blogs informativos será pouco mais que gasolina para começar flame wars com direito a muito Google bombing.*