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Interação com os leitores é isso: o Tom Zé convocou o povo pra ler junto e discutir o livro Arriscar o Impossível, de Slavoj Žižek. Lá pelas tantas, o Tom conta uma historinha (se for velha, me desculpem):

Uma vez Carlinhos Veiga (o regente) me contou uma progressão mais ou menos assim:

Um alemão é uma tese,
dois alemães, um debate filosófico,
três alemães, um barril de chope.

Um italiano é uma festa,
dois italianos, uma briga,
três italianos, uma ópera.

Um francês é uma honra,
dois franceses, uma pátria,
três franceses, um casal.

Fica aqui a sugestão: como ficaria a listinha com brasileiros, ou obamaníacos, ou ucranianos, ou tailandeses…