Escolha uma Página

birra

Tenho cá minhas birras. E tomo umas birras pra compensar. Quem me dera só as segundas me ocupassem a cachola, mas as provocações às primeiras são cada vez mais frequentes. Tá difícil segurar a onda e tentar um equilíbrio, mas a gente é resistente.
Sonhos são intermitentes, e sempre recorrentes. Conciliar a não-imortalidade da chama com a infinitude do enquanto durar, eis a questão.
“O que a vida quer da gente é coragem.” Eu somo fé e força, e paixão. Paixões. Estas, passageiras ou duradouras, são as que ficam, contraditoriamente — os sentidos da paixão.
As lágrimas fáceis, por alegria ou dor, são onipresentes. Me orgulho delas. São prova de que tô vivo, e não insensível a esse descalabro que vivemos.
Tenho esperanças, porém, de que um dia eu derrame apenas lágrimas de alegria e emoção. Sim, apesar de tudo e de todas as circunstâncias, tenho um lado Pollyana. Ou de louco.
Canhoto, sinistro, gauche, sei que minha jornada é só, mas com bons e fiéis copoanheiros pra resistir — “hasta la victoria siempre, pero parando en los bares del caminito”.